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A formação de um sucessor

5 de junho de 2016, às 9:17

Caput Consultoria

Quanto tempo você levará para formar um sucessor que possa assumir o seu cargo atual? Se a resposta for “Ele já está pronto!”, parabéns! Seguramente, já tem pensado nisto há algum tempo e é bastante provável que dirigiu grandes esforços para capacitá-lo. A boa notícia é que se ele está próximo a uma promoção, você também está.

Contudo, se acredita que só conseguirá deixar alguém pronto daqui a dois ou três anos, sinto informá-lo de que sua carreira não engrenará tanto quanto poderia, pelo menos na organização onde já trabalha. Ao tornar-se insubstituível aos olhos da alta cúpula, pensarão: “Quem vai ocupar o lugar dele? Não há ninguém preparado. Vamos deixá-lo onde já está e contratamos alguém de fora para esta vaga aberta”.

Você só possui um sucessor se a pessoa em questão encontra-se pronta para assumir agora o cargo que você ocupa atualmente e é esta capacidade de realizar rápidos movimentos de mudança que melhor explica a habilidade ou não de alguém para formar pessoas.

Quando se discute este tema, muitos logo pensam em sucessão de pessoas que ocupam cargos de alto staff, mas até mesmo um auxiliar de escritório precisa orientar sua carreira por este princípio. A partir do momento em que as pessoas da organização percebem o interesse dele em ajudar os outros a aprenderem aquilo que faz, torna-se mais visível. Isto não quer dizer que este profissional deva ficar “empurrando” seu trabalho para terceiros e sim compreender que seu crescimento é mais rápido quando colabora com o desenvolvimento dos outros.

Com relação às posições de gestão, ao mesmo tempo em que um bom número de empresas já condiciona a promoção de seus líderes à formação de um profissional back-up, ainda há gestores desavisados que afirmam não terem condições de cumprir este papel por não contarem com pessoas de potencial para tanto.

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