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A Tecnologia na Gestão de Talentos

5 de junho de 2017, às 21:44

Por Simoni Missel

Estamos vivendo uma era em que a inovação está cada vez mais a serviço da área de Recursos Humanos. O setor está se instrumentalizando com tecnologia de ponta para aperfeiçoar a gestão dos talentos e os resultados das organizações. Uma pesquisa realizada pela ADP Institute revela que 81% dos profissionais com menos de 30 anos acreditam que, futuramente, estarão preparados para trabalhar de qualquer lugar do mundo, por meio das novas conexões.

A tecnologia é uma das inovações no mundo corporativo que já é acessível para muitos. As novas plataformas e ferramentas que incentivam a interação e o engajamento, como softwares e aplicativos de recursos humanos, possibilitam que os profissionais de RH e gestores tenham outra dinâmica de trabalho e melhor acompanhamento dos colaboradores.

Segundo o estudo da ADP Institute, a tecnologia permitirá mais independência para os funcionários gerenciarem sua produtividade e desempenho, enquanto também recebem feedback e reconhecimento em tempo real. Isso eliminará barreiras à colaboração e ajudará a redefinir o relacionamento entre funcionários e seus gerentes. É obrigatório minimizar erros, aumentar a credibilidade e assertividade na contratação, desenvolvimento, acompanhamento dos funcionários e de suas carreiras.

Muitas vezes, mesmo dominando a prática do Feedback Corporativo, percebo que muitos gestores têm demonstrado grandes dificuldades em aplicar a metodologia de maneira sistemática, e assim aproveitar todos os benefícios que proporciona. Ao analisar os principais motivos que dificultavam tornar o Feedback Corporativo uma prática sistêmica no ambiente de trabalho, me deparei com diversos fenômenos comuns a maioria dos profissionais que enfrentam desafios de gestão. A principal dificuldade para sistematizar a ferramenta no dia a dia está relacionada a disciplina de gestão do feeder (quem dá o feedback), tanto na elaboração quanto no planejamento da reunião de Feedback.

Essa dificuldade fica muito evidente durante programas de Avaliação de Desempenho desenvolvidos nas empresas, onde o colaborador tem suas competências avaliadas (pode ser pelo gestor, par, subordinado e até se auto avaliar). Então é gerado um Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) para aperfeiçoar a performance do profissional. Programas de Avaliação de Desempenho sem acompanhamento e feedback constante não trazem resultados, são custosos e desgastam os envolvidos.

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