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Competências necessárias para a transformação do RH

8 de abril de 2016, às 22:24

Por Fernando Cyrino

Para fazer a mudança não é o bastante possuir somente as competências técnicas. Saber não significa mudar. É necessário ter também a visão do todo da área de RH: entender de gente, conhecer o negócio no qual se está inserido e a indústria a qual pertence este negócio.

Não basta só a vontade e nem mesmo a decisão superior para que o RH se transforme para uma postura mais estratégica. Elas são necessárias, mas não suficientes. Caso o RH não possua ou não tenha como buscar as competências necessárias para inovar-se, será impossível chegar-se a bom termo, o que só gerará frustração e uma maior inércia dificultadora de um novo esforço de mudança futuro.

A liderança é fundamental nesse tempo de mudança do RH. Não se inicia o processo de inovação sem que haja gente comprometida e competente, e fazer com que as pessoas se comprometam, desafiando a cada um para que possam dar o que tem de melhor em si, é o papel importante do líder nessa caminhada. É ele que passará a visão do RH novo que se irá implantar, fazendo com que todos vejam aonde se quer chegar, o caominho que se precisa percorrer e o como deverão se portar para que somem ao processo.

Transformar a unidade de RH pressupõe primeiramente a transformação de cada um dos componentes da área. A lição é simples, a soma das transformações individuais provoca a grande mudança. E nesse caso, um, mais um, mais um, dará sempre como resultado muito mais do que três – é o milagre da sinergia. Atenção nessa hora com o movimento das pessoas envolvidas, pois haverá aqueles que quererão mudar, os que permanecerão em cima do muro esperando ser convencidos, e também, é claro, aqueles que preferirão deixar as coisas como estão. Sempre haverá dentre esses acomodados aqueles nos quais valerá a pena investir para que mudem de lado, mas não tenha dúvida de que existirão dentre esses aqueles casos perdidos, que não irão mesmo para a frente. São os dinossauros e, como aqueles, tenderão à extinção. Gerencie-os ou deixe-os quietos e de preferência longe dos que acreditam no novo e melhor.

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