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Gestão de desempenho não é rotular funcionários

24 de novembro de 2015, às 17:54

Por Claudia Pohlmann

Há três anos, quando a Natura decidiu incluir a sustentabilidade entre os seus indicadores de desempenho, foi considerada arrojada e inovadora pelos especialistas em gestão de pessoas. Afinal, tinha conseguido incluir um valor da empresa na ferramenta mais importante de avaliação. E o modelo foi um sucesso até o ano passado.

Em 2011, a empresa não atingiu suas metas socioambientais previamente estabelecidas e pela primeira vez na história deixou de compartilhar seus lucros com os funcionários. Consequência: mesmo que todo mundo tenha suado a camisa o ano inteiro e a empresa tenha alcançado um lucro de 831 milhões de reais, sem resultados socioambientais nada de bônus.

Ao perceber a frustração (ou indignação) dos funcionários com o resultado do ano, a luz amarela acendeu na área de recursos humanos e a equipe responsável pela gestão de pessoas decidiu rever a forma como avalia e premia a contribuição de cada um.

A Natura não está sozinha. Ela é apenas uma entre as muitas companhias que estão revendo a forma como avaliam o desempenho de seus empregados. Segundo o levantamento do Guia Você S/A – As Melhores Empresas para Você Trabalhar, 14% das 150 empresas listadas no anuário de 2012 fizeram alguma modificação no processo de medição de desempenho no último ano.

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